Intermediário de Crédito: Como Escolher o Melhor?

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Os pedidos de crédito são, muitas vezes, processos demasiado complexos devido à quantidade elevada de burocracias e, sejamos sinceros, ninguém gosta de passar horas a fio ao telefone ou em balcões de entidades bancárias.

E sim, este é o principal motivo pelo qual a maioria dos portugueses opta por recorrer a um intermediário de crédito, e acredite que, para si, tudo ficará mais simples!

E o melhor, este serviço é totalmente gratuito para si!

Sim, pode até parecer mentira, mas neste tipo de processos, os intermediários são pagos pelo seu serviço pela própria entidade bancária, e não pelo seu cliente.

Neste artigo, iremos mostrar-lhe tudo o que precisa de saber sobre os intermediários de crédito e quais as vantagens que os mesmos podem conferir ao seu processo!

O Que é um Intermediário de Crédito?

Um intermediário de crédito é uma entidade que irá ajudar não só consumidores, mas também empresas, a conseguirem agilizar todo o processo contratual de um pedido de crédito.

Uma vez que são obrigados a operar sob as regulações do Banco de Portugal, os intermediários de crédito proporcionam um serviço ágil, simples e claro, extremamente seguro para os seus clientes!

Infelizmente, embora exista uma regulação bastante rígida a todos os profissionais mediadores de crédito, existem, com mais regularidade do que possa imaginar, vários casos de falsos intermediários que acabam por ficar ligados a esquemas de fraude ou burla.

Por norma, estes indivíduos atuam a título individual e fazem-se passar por agiotas ou por entidades que fornecem “livremente” empréstimos particulares a quem se encontra em situações mais frágeis.

Antes de avançar com um pedido de crédito e, principalmente, com o envio da sua documentação pessoal, verifique se o intermediário com quem está em contacto se encontra devidamente registado no Banco de Portugal.

Para isso, poderá visitar a página dedicada a todos os Intermediários de Crédito Autorizados.

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Que Tipos de Intermediários de Crédito Existem?

que tipos de intermediários de crédito existem em Portugal

Agora que já conhece mais sobre o que é um intermediário de crédito e qual a sua principal função no mercado de financiamentos, é importante conhecer os tipos distintos de intermediação de crédito.

Tenha em mente que, todos eles têm obrigação de estar devidamente registados e autorizados pelo Banco de Portugal a conceder crédito.

Intermediários de Crédito Vinculado

Os intermediários de crédito vinculado operam no mercado através de parcerias diretas com uma ou várias instituições financeiras.

Este nível de intermediação só poderá ser efetuada com as entidades onde existe efetivamente um vínculo contratual. Os intermediários estão, por isso, limitados à promoção dos produtos dessas mesmas entidades.

Intermediários de Crédito a Título Acessório

A intermediação a título acessório ocorre de forma secundária ao negócio principal do respetivo intermediário, ou seja, a atividade principal acaba por não se centrar no mercado de crédito, sendo este apenas um serviço complementar.

Como exemplos de intermediários de créditos a título acessório, podemos indicar stands automóveis ou até mesmo empresas imobiliárias. Em ambos os negócios, o crédito não é o foco da atividade, mas complementa o produto ou serviço que é prestado.

Intermediários de Crédito Não Vinculado

Por último, podemos indicar ainda os intermediários de crédito não vinculados que, ao contrário do primeiro tipo de mediador de crédito indicado, não possui qualquer tipo de vínculo de exclusividade com as instituições de crédito.

Para Que Servem os Intermediários de Crédito?

para que servem os intermediários de crédito

Os intermediários de crédito são os eles de ligação entre as entidades financeiras e os consumidores.

Independentemente do tipo de crédito ou finalidade desejada, poderá recorrer a um destes profissionais para o ajudar ao longo do seu processo. Seja um crédito habitação, uma consolidação de créditos, um crédito pessoal 120 meses ou um crédito para obras.

Na intermediação de crédito, será assistido desde o momento em que submete o seu pedido de financiamento, até ao momento em que recebe o montante desejado na sua conta.

Os mediadores de crédito irão comprar, junto das várias instituições bancárias com que trabalham, qual é a proposta de crédito mais vantajosa às suas condições financeiras e objetivos.

Serviços Prestados Pelo Mediador de Crédito:

  1. Apresentação das propostas de crédito mais adequadas ao seu perfil;
  2. Assistência durante o processo de intermediação de crédito, onde serão esclarecidas todas as dúvidas, termos e condições;
  3. Negociação das condições com várias entidades, com o objetivo de lhe oferecer a melhor oferta.

Se tem receio de que um pedido de crédito pode ser demasiado complexo para si, e pretende garantir as condições mais competitivas possíveis, o melhor mesmo será recorrer a um intermediário de crédito!

Como Funciona o Processo de Intermediação de Crédito?

como funciona o processo de intermediação de crédito em portugal

Atualmente já tem o conhecimento fundamental e necessário para escolher o intermediário de crédito ideal, mas conhece quais são os processos inerentes à intermediação de créditos?

Qual o Custo de um Intermediário de Crédito?

Tal como referimos inicialmente e, embora possa parecer bom demais para ser verdade, é mesmo verdade. Não existem, para si, quaisquer custos associados à intermediação do seu novo crédito!

Neste momento, poderá estar a perguntar-se:

“Mas afinal, como lucram os intermediários de crédito?”

E a resposta é bastante fácil. Sim, os intermediários de crédito têm, efetivamente, de ter algum retorno pelo seu serviço prestado e, esse retorno é obtido diretamente com a entidade financeira com a qual o consumidor estabelece o seu crédito.

E não, essa comissão não resulta de incrementos nas taxas de juro que lhe são apresentadas. Antes pelo contrário!

Como os intermediários de crédito tem uma ligação muito próxima com as instituições financeiras, conseguem, na grande maioria das vezes, condições muito mais vantajosas do que aquelas que conseguiria se fosse você a tratar do processo, pois não conseguiria negociar as condições apresentadas.

É Seguro Recorrer a Um Intermediário de Crédito?

Para além de ser uma forma bastante eficiente de poupar tempo e, receber conselhos financeiros personalizados, recorrer a um intermediário de crédito é seguro, desde que escolha um profissional devidamente autorizado.

Para isso, existem alguns pontos que deve ter em conta, antes mesmo de iniciar simulações e pedidos de crédito pouco informados.

Quais os cuidados a ter?

Como já vimos, é crucial verificar se o intermediário está devidamente credenciado pelo Banco de Portugal.

A legitimidade da entidade assegura sua conformidade com as normativas da União Europeia e de Portugal.

Uma visita ao Portal do Cliente Bancário pode oferecer informações valiosas e atualizadas sobre o estado das autorizações.

  • Verifique a autorização: Certifique-se de que o intermediário consta na lista do Banco de Portugal.
  • Conheça os parceiros: Informe-se com que bancos ou instituições financeiras o intermediário trabalha.
  • Analise as propostas de crédito: Leia atentamente todos os termos e condições antes de assinar qualquer contrato. Faça uma análise de crédito minuciosa!
  • Atenção aos custos: Perceba quais os custos associados, incluindo taxas de serviço e possíveis encargos adicionais. O ideal será optar por um banco sem comissões, para garantir um crédito mais barato!
  • Desconfie de promessas exageradas: Evite intermediários que garantam uma aprovação rápida, sem analisar a sua situação financeira, como a taxa de esforço. Por norma, este tipo de comportamentos está associado a fraudes ou esquemas bancários e devem ser imediatamente reportados às autoridades competentes.

Lembre-se de que você, enquanto consumidor, detém todos os direitos para analisar e comparar várias ofertas distintas.

Isto significa que pode verificar ofertas de vários intermediários antes de tomar a sua decisão final.

Embora o processo possa ser muito mais célere com a ajuda de apenas um intermediário, a decisão final deve sempre ser bem pensada e informada.

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